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O Bankmanager opera com interface com os principais ERPs do mercado e garante experiência Open Banking aos mais de 4 mil usuários cadastrados



A Finnet, empresa de tecnologia financeira com atuação de mais de 18 anos no mercado, possui uma plataforma de gerenciamento de operações financeiras para empresas que unifica diversas funções em um mesmo ambiente. O Bankmanager otimiza a rotina do departamento financeiro com agilidade e qualidade, funcionando como Internet Banking multibanco e multiempresa.

A solução modular apóia as empresas na rotina e automação de pagamentos – como de folha, tributos e fornecedores - e cobranças, além de oferecer uma plataforma para consolidação de extratos. De acordo com Ori Brandão, CMO da Finnet, a solução se mostra perfeita para gestão de aprovação de pagamentos, já que funciona através de um único app, eliminando a necessidade de múltiplos tokens, com total segurança. “A plataforma é segura e criptografada, passando por avaliação e auditorias mensais, e oferece a garantia de não ter manipulação humana dos arquivos”, afirma.

Solução integrada aos principais sistemas

O Bankmanager é uma plataforma unificada, com interface simplificada de uso, e que possui integração com os principais ERPs do mercado. Desta maneira, seu uso é indicado para empresas de todos os portes. “Temos como principal diferencial o nosso sistema de atendimento, que opera em 24x7. Além disso, segundo dados repassados por clientes, as plataformas da Finnet são mais eficientes e com funcionalidades mais objetivas do que as outras opções do mercado”, afirma Ori.

A plataforma já está disponível ao mercado há alguns anos, mas continua a ser uma das poucas soluções que oferecem aos clientes a flexibilidade de trabalharem com quantos e quais bancos desejarem. Isso permite uma experiência verdadeira de Open Banking aos clientes B2B. São mais de 80 bancos homologados e 4 mil usuários ativos. Somente nos últimos 12 meses foram mais de R$565 bilhões de pagamentos trafegados dentro do Bankmanager.

Plataforma permite mais agilidade e facilidade nos processos financeiros

A Myralis Pharma, uma das maiores indústrias farmacêuticas do Brasil, focada em vitaminas e suplementos, encontrou na Finnet uma solução para o seu time financeiro. De acordo com Lia Teixeira, Financeiro na Myralis, a utilização da ferramenta possibilitou agilidade nos processos diários de pagamentos da empresa.

“Quando começamos a trabalhar com vários bancos, enfrentamos dificuldades com vários acessos, senhas, tokens. Era um grande problema para a vice-presidente, que relatava problemas durante a execução de tarefas através do celular. Hoje, com o Bankmanager, em apenas uma plataforma ela consegue fazer tudo, e ainda gerar relatórios simplificados para as mais de 1500 transações que realizamos mensalmente”, afirma Lia.

Com o Bankmanager, a Myrallis obteve grandes resultados expressos, principalmente em diminuição de erros e redução de horas operacionais - que antes aconteciam com o uso manual dos sistemas – além de estar em compliance nas operações financeiras.

Sobre a FINNET:

AS PRINCIPAIS SOLUÇÕES PARA ORBITAR NO SEU ERP

Há mais de 18 anos no mercado, simplificando a gestão financeira de empresas através de softwares de gestão empresarial, automação de processos e transmissão de dados (EDI e RPA). Queremos ser o complemento ao seu ERP, fazendo com que a Finnet seja a principal solução que orbita dentro dele. Com isso, conseguimos entregar o upgrade tecnológico que seu processo financeiro precisa!

 


O PróGoiás tem como metas diversificar indústria, impulsionar inovação e reduzir desigualdades sociais e regionais

Foto: Marcelo Alves.

O governador Ronaldo Caiado (DEM) e a secretária da Economia, Cristiane Schmidt, lançaram, nesta quarta-feira (07/10), o Programa de Desenvolvimento Regional (ProGoiás), destinado ao crescimento e à diversificação do parque industrial de Goiás.

Objeto de vários debates com o setor produtivo antes de virar lei estadual, o novo modelo de incentivos fiscais tem ainda as metas de impulsionar e desenvolver a inovação e a renovação tecnológicas, incentivar a geração de emprego e reduzir as desigualdades sociais e regionais.

“Eu quero que haja um sentimento de espírito público em todos os nossos empresários. Enxerguem também essas regiões do Norte e Nordeste, Vale do Araguaia, desassistidas, em que as pessoas deverão ter ali o mínimo de condição”, defendeu o governador durante o discurso. “Esses projetos [incentivos fiscais] têm que ter muita responsabilidade, eles não podem ter nenhuma vertente eleitoreira nem politiqueira”, argumentou.

Sucessor dos programas Fomentar e Produzir, o ProGoiás busca também desburocratizar a concessão de benefício para o setor industrial e garantir a segurança jurídica e impessoalidade. Ele tem validade até 2032.

O ProGoiás oferece incentivo fiscal tradicional, ou seja, crédito outorgado, sem financiamento. É mais atraente, menos burocrático que seus antecessores e segue modelo adotado no Mato Grosso do Sul (MS) e o Convênio ICMS do Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária), além da Lei n° 20.367/18. São ainda objetivos do programa estimular a formação ou o aprimoramento de arranjos produtivos locais e ampliar o aproveitamento da cadeia produtiva existente no Estado.

O presidente da Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (Adial), Edwal Portilho, elogiou o novo modelo de incentivos fiscais do governo Caiado. Para ele, o ProGoiás se configura em um marco de desenvolvimento regional. “Da maneira como foi criado, não somente grandes corporações, mas as pequenas indústrias do interior poderão buscar maior competitividade aos seus negócios, gerando mais empregos, arrecadação, renda e desenvolvimento social”, elencou o representante do setor produtivo no evento.

“O governador salvou, no mínimo, 30 mil empregos no Estado”, assinalou o senador Luiz do Carmo, ao se referir à matéria aprovada, na última terça-feira (06/10), no Senado Federal, que incluiu Goiás no projeto que estende o prazo de incentivo fiscal para montadoras de automóveis. Antes da votação em Brasília, que já havia sido referendada pela Câmara dos Deputados, o benefício prolongado estava restrito apenas aos estados do Norte e Nordeste.

“Goiás vai desenvolver muito mais e ainda tem dois anos de governo”, projetou o parlamentar sobre como a atuação e a influência do governador têm contribuído com o crescimento socioeconômico do Estado.

O subsecretário da Receita Estadual, Aubirlan Vitoi, destacou como vantagens do ProGoiás a impessoalidade, a transparência, a digitalização e a celeridade de adesão, e que se não deve ultrapassar dois meses entre solicitação e credenciamento. “Depois de mais de 40 anos, o Estado passa a ter um programa de gestão de benefícios”, disse.

Ele ainda acrescentou que, a pedido do governador, a carga tributária para os estabelecimentos que se instalarem nos municípios com maior vulnerabilidade social será menor do que em outras regiões: 1,8% para as pequenas empresas e 2% para as demais.

Além da desburocratização e da segurança jurídica, outro ponto positivo do novo programa foi reconhecido pelo representante dos empresários na solenidade, Carlos Luciano Martins Ribeiro, que é ceo da Montreal e presidente do Grupo Novo Mundo. “Soma-se a isso uma taxa de juros baixa; a gente viveu anos e anos com taxas que inibiam o desenvolvimento”, informou. “Queremos cumprimentar a equipe da Secretaria da Economia, que abre as portas para os empresários. Ao longo de todo o planejamento do ProGoiás, nós fomos ouvidos.”

Quem pode participar

Podem ser beneficiários do ProGoiás os estabelecimentos que exerçam atividades industriais no Estado interessados em realizar investimentos para a implantação de novo empreendimento industrial, ampliação de estabelecimento industrial já existente e ainda revitalização de estabelecimento industrial paralisado. Há regras para as três fases de participação: com novo projeto, ampliação e revitalização, com base de inscrição no Cadastro de Contribuintes do Estado.

Os investimentos previstos no programa devem ser de valor correspondente, no mínimo, ao percentual de 15% do montante do crédito outorgado previsto no artigo 4º da Lei 20.787, estimado para os primeiros 36 meses de fruição do benefício.

Devem ser discriminados em terrenos, obras civis, veículos, máquinas, softwares, equipamentos, instalações e demais investimentos relacionados à implantação, ampliação ou revitalização. A aplicação da verba deve ocorrer e ser comprovada no prazo de até três anos, contados do mês seguinte ao do início da fruição do benefício do crédito outorgado.

Rede líder no formato atacarejo no Sul do Brasil, o Fort Atacadista completa 21 anos no mês de outubro e lança a maior campanha de aniversário já realizada. Durante todo o mês, uma série de ofertas nas mais de 40 lojas do Fort no país e preços ainda mais baixos para presentear os consumidores com a campanha “Campeão dos preços baixos”. “Fizemos grandes negociações com a indústria, para garantir este diferencial que sempre foi um dos principais pilares do Fort: o preço baixo”, adianta João Pereira, vice-presidente comercial do Grupo Pereira. 


A campanha, que teve início no dia 01 de outubro, terá neste fim de semana, para comemorar o aniversário do Fort, o retorno do tradicional “DIA F” – ação promocional que não é realizada desde o início da pandemia. Excepcionalmente  no mês de outubro e para evitar aglomerações, o Dia F especial de 21 anos do Fort Atacadista será em dois dias: 3 e 4 de outubro, sábado e domingo, com centenas de produtos a preços ainda mais especiais, com todas as lojas funcionando em horário especial, sendo que o cliente poderá consultar o horário de funcionamento das lojas no site do Fort: www.fortatacadista.com.br. Além disso, o cliente poderá ficar tranquilo, pois todas as lojas estarão com preços, produtos e estoque preparados e garantidos para os dois dias de Dia F.  Nas propagandas exibidas em TV, o site será divulgado por meio de QR Code. Nas redes sociais, serão veiculados anúncios com o horário de cada loja: o consumidor vai ser impactado somente pela divulgação da loja mais próxima do seu endereço.

 “Teremos o melhor aniversário de todos os tempos, apesar de todas as adversidades que a população está vivendo neste ano. O cliente vai sentir que está comprando em uma empresa responsável para com todos”, afirma Gilberto Oliveira, diretor nacional de operações.

A garota-propaganda do mês de aniversário Fort Atacadista é a chef Michelle Crispim, que – assim como o Fort – veio de Santa Catarina e conquistou o Brasil. A catarinense venceu uma das temporadas do Masterchef Brasil, conquistando projeção nacional com seu talento e carisma. Além de estampar peças publicitárias da campanha, como os outdoors nos estados de SC, MT, MS e no Distrito Federal, Michelle também irá comandar Lives nas redes sociais do Fort.  

Mais facilidade no pagamento - O Vuon Card, o cartão próprio do Grupo Pereira, proporciona benefícios e descontos exclusivos para compras em todas as lojas do Fort Atacadista. Itens do bazar, por exemplo, podem ser parcelados em até 10 vezes sem juros. Clientes que ainda não possuem o cartão poderão fazer o seu logo na entrada das lojas, em poucos minutos e sem burocracia.

Pioneirismo - O Fort Atacadista iniciou suas atividades em 1999 na cidade de Joinville, sendo o pioneiro no Sul do Brasil em seu formato de vendas, o atacarejo, no qual o cliente pode optar entre comprar itens no atacado ou no varejo, obtendo uma economia considerável em comparação aos varejos tradicionais. O Fort também foi pioneiro neste ano atípico, saindo na frente ao adotar medidas preventivas de higiene e segurança – até mesmo antes dos decretos municipais. “Chegamos à maioridade em um ano atípico. Tivemos que nos adaptar, fomos os primeiros a fazer controle de entrada de clientes nas lojas e aplicarmos uma série de normas para garantir a segurança dos clientes e dos nossos funcionários”, reforça Gilberto Oliveira.

No Distrito Federal são 3 lojas, anote os endereços:

Sol Nascente | DF | Quadra QNP 27 Área Especial 01 S/N

Taguatinga| DF | Setor M Norte Qd. 1 Cj. A Lt. 1 – Av. Hélio Prates com M Norte

Ceilândia| DF | CNN 1 S/N | Centro 



Com altas temperaturas, a busca por estratégias que possam amenizar o calor está maior. O sorvete, por exemplo, é um dos itens mais procurados para amenizar os efeitos dos dias abafados e ensolarados. Dados da Unilever revelam que, nos três meses anteriores a junho deste ano, as vendas de sorvetes aumentaram 26%. Segundo a empresa, este fato se deve ao período em que as pessoas passaram a ficar mais em casa, por conta da quarentena imposta pela pandemia. Com isso, houve crescimento no consumo doméstico de alimentos, sorvetes e chá, apontam os estudos. 

De olho na demanda, o Fort Atacadista traz ofertas especiais para o setor, celebrando ainda o Dia do Sorvete, hoje dia 23. Isso porque os atacarejos são opções vantajosas tanto aos clientes finais, quanto aos médios e pequenos comerciantes, que revendem os produtos em seus negócios. “Temos um mix ampliado de produtos e grande variedade de itens, o que possibilita excelente custo-benefício”, explica o gerente regional da rede no Distrito Federal, William 

Em 2019, foram consumidos mais de 1,1 milhão de litros de sorvete em todo o Brasil, de acordo com a Abis (Associação Brasileira das Indústrias e do Setor de Sorvetes). Com a procura cada vez mais em alta, vale se atentar aos cuidados com a saúde. Conforme a nutricionista do Fort Atacadista, Glaucia Stasiak, o sorvete, além de refrescante, pode ser um aliado a vida saudável, se consumido da forma correta. “Os feitos a base de frutas são os mais indicados para quem não quiser entrar em guerra com a balança. Um picolé de limão, por exemplo contém apenas 51 calorias”, pontua. 

A nutricionista destaca, ainda, as opções de sorvetes lights, que podem ter menos gorduras, mas em alguns casos possuem mais açúcar para acentuar o sabor. Por isso, é importante ficar atento às escolhas. Mas, para quem não dispensa um bom sorvete tradicional, não há problema, basta ficar de olho na quantidade que será consumida e não exagerar. 

Dia do Sorvete - Celebrado no dia 23 de setembro no Brasil, logo no início da Primavera, onde há elevação das temperaturas no País e, teoricamente, há maior procura dos consumidores pela sobremesa. E, apesar da grande fama das sorveterias italianas e francesas, a iguaria foi criada na China. Tudo começou há cerca de 4 mil anos, após um quitute à base de leite e arroz ser congelado na neve e fazer o maior sucesso. 

Após uma viagem de Marco Polo à China, em 1271, o sorvete chegou à Itália e posteriormente foi se popularizando em outras regiões da Europa, originando diversos fabricantes. A partir daí, espalhou-se pelo mundo, até chegar ao Brasil e se tornar uma das sobremesas mais populares, por conta do clima tropical e a refrescância proporcionada pelo doce. 

Onde encontrar - Na rede Fort Atacadista, que possui três lojas no Distrito Federal, o cliente pode aproveitar as ofertas exclusivas no setor de sorvetes. No DF, as lojas do Fort Atacadista funcionam de segunda a sábado, das 7h às 22h, e aos domingos, das 7h às 20h, nos seguintes endereços:

Sol Nascente | DF | Quadra QNP 27 Área Especial 01 S/N

Taguatinga| DF | Setor M Norte Qd. 1 Cj. A Lt. 1 – Av. Hélio Prates com M Norte

Ceilândia| DF | CNN 1 S/N | Centro 




A CPI da Pandemia pode se transformar em palanque político eleitoreiro. Esse seria o motivo que está levando parte dos distritais a desistir das reuniões iniciais para debater o assunto


A disputa política eleitoral antecipada das eleições de 2022, pode levar a CPI da Pandemia da Câmara Legislativa, nascer desacreditada aos olhos da população ou morrer no nascedouro. 

CPIs instaladas na CLDF, historicamente, nunca apuraram absolutamente nada ou levou algum corrupto para a cadeia. Isso é fato. Ao contrário: serviram apenas para embaraçar, atrapalhar ou “melar” as reais investigações feitas pelo Ministério Público. Apurações realizadas pelo legislativo vazam ao gosto de quem comanda uma comissão parlamentar de inquérito.

Pelo menos é isso que pensa a maioria dos distritais, mesmo alguns dos 13 que assinaram o requerimento de instalação. A declarada pressão de forças politicas, estranhas ao poder legislativo local, pode ser a principal causa da CPI da Pandemia não decolar como torce a oposição e alguns candidatos ao Buriti nas futuras eleições.

Apesar de faltarem ainda dois anos para as eleições de 2022 e com o DF passando por uma grave pandemia, que já matou milhares de pessoas aqui e no mundo, o jogo político eleitoreiro começa a ser desenhado dentro da Câmara Legislativa com o olhar voltado para o Palácio do Buriti.

Por trás da movimentação política em torno da instalação de uma CPI vai muito além das ditas “preocupações” dos políticos com os supostos danos causados por um suposto esquema de fraudes em contrato de compras de testes rápidos pela Secretaria de Saúde.


A CPI, caso seja de fato instalada, estará mais para atrapalhar as investigações do MP, no âmbito da operação “Falso Negativo”, do que ajudar qualquer coisa.

O vice-presidente da Câmara Legislativa, Rodrigo Delmasso, é critico ao afirmar, por exemplo, que a CPI assinada pelos 13 distritais pode atrapalhar as investigações que estão em curso pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco)

“O MP já vêm fazendo essas investigações de forma técnica, responsável e muito bem aprofundada. Fazer qualquer outra coisa paralela ao que o Ministério Público já vem fazendo pode atrapalhar as investigações”, diz Delmasso.

O deputado se refere às investigações no âmbito da terceira fase da operação Falso Negativo do MP, deflagrada no último dia 25 passado, que apura um suposto esquema de fraudes na compra de testes rápidos pela Secretaria de Saúde do DF.

Mas isso são meros detalhes no meio da intensa movimentação política que sacudiu a Câmara Legislativa nas últimas duas semanas. Ninguém está nem aí para apurar alguma coisa. Fazer da CPI um palanque eleitoreiro é a prioridade da oposição.


Candidatos declarados ao Buriti, como os senadores Izalci Lucas (PSDB), Leila do Volei (PSB) e José Antônio Reguffe (PDT), marcharam sobre os distritais pedindo a instalação de um show que custa caro e sem resultado prático para a população.

Alguns distritais governistas como Jaqueline Silva (PTB), que é dona de centenas de cargos na Administração Regional de Santa Maria, se acanhou diante da pressão feita pelo ex-presidiário Roberto Jefferson, dono do partido.

Daniel Donizete(PL), que domina de porteira fechada a Administração Regional do Gama, também assinou a CPI. Quem assinou e quem está por trás do oba, oba não fala. A CPI é pirotecnia eleitoreira que servirá apenas para jogar luz em cima de uma disputa antecipada pelo poder.

Para grande parte dos distritais, por trás do objetivo da CPI, que seria o de apurar as denúncias de supostas fraudes em contratos da compra de testes rápidos, pela Secretaria de Saúde, estaria como pano de fundo o interesse politico eleitoreiro.

O deputado Reginaldo Veras (PDT) jurou de pés juntos e dedos cruzados nas costas, durante uma sessão remota da CLDF, ocorrida nesta quarta-feira (02), que não é verdade. A oposição que sapateia batendo contra quem fala assim é a mesma que no passado fez de tudo para que outra CPI da Saúde instalada em 2017, não acontecesse.

Os que mais gritam agora são os que silenciaram, se esconderam ou se recusaram em assinar o requerimento de criação da CPI para investigar o esquema nebuloso da compra de próteses e órteses que afanou milhões de reais dos cofres públicos. Na época, os que não assinaram alegavam questão de “foro íntimo” com o governo socialista.

Entre eles, Reginaldo Veras (PDT), Roosevelt Vilela (PSB) e o ex-deputado Chico Leite da Rede, partido do distrital Leandro Grass, autor do requerimento da CPI de agora.

O hoje deputado federal Professor Israel (PV) que faz pressão para os distritais instalarem a CPI, no passado se recusou assinar o requerimento abaixo.

Confira aqui.

A politicagem em torno de uma CPI em plena pandemia do novo coronavírus é tão evidente, que alguns parlamentares já se arrependem de ter assinado o documento para a sua criação.

Nas duas últimas tentativas de instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito, faltou quorum. Mesmo assim, o presidente da Casa, Rafael Prudente, levará o requerimento com as 13 assinaturas a apreciação do plenário virtual na próxima terça-feira (08).

Tem deputados em dúvidas se a CPI é para investigar ou é apenas para ser um palanque político fara de época.

Outra desmotivação dos distritais é a quase nenhuma informação sobre as investigações que estão sendo feitas pelo Ministério Público do Distrito Federal no âmbito da 3ª fase da operação “Falso Negativo”.

A Câmara Legislativa não tem instrumentos para se aprofundar nas investigações, além do que tem feito o MPDFT e nem tem poderes para investigar recursos destinados pela União para o combate a pandemia.

É tempo e dinheiro público jogado fora para investigações meramente políticas.

A CPI da Pandemia, se vingar, será apenas para jogar luz em cima de uma penca de doidos pelo poder. Só isso!

Com informações do RADAR/DF.

Viver em condomínios exige muito respeito a várias regras preestabelecidas em assembleias que contaram com a participação dos próprios moradores, sejam eles atuais ou antigos, também é importante ter muita tolerância



Da presença de pets em determinados locais a barulhos excessivos após as 22 horas, as regras do condomínio são bem abrangentes e merecem a devida atenção de todos. Afinal, elas são criadas de olho em um ponto importantíssimo na vida em sociedade: o bem-estar coletivo.

Isso porque, no mesmo espaço, existem pessoas de gostos diferenciados e de personalidades bem distintas, ou seja, o bom senso precisa sempre entrar em campo.

Para você conviver harmoniosamente em seu condomínio, veja algumas regras de ouro do condomínio que, certamente, farão a diferença no dia a dia, principalmente para manter o bom relacionamento entre os condôminos.

Síndico
Uma ponto importante para começarmos a falar sobre as regras de condomínio está relacionado ao síndico.

É ele quem está a frente da gestão e controle do que acontece no edifício, por isso separei umas questões importantes.
Qual é a importância e o papel do síndico para estabelecer as regras de convivência em um condomínio?

O síndico tem papel fundamental para estabelecimento dessas regras. Ele deve ouvir os condôminos e, juntamente com a sua administração, pensar nas melhores alternativas a fim de mitigar os problemas de convivência interna, melhorando a qualidade de vida no condomínio e, consequentemente, a sua gestão.

Vale ressaltar que as regras precisam ser debatidas em assembleias, antes de sua aprovação. Para que isso ocorra, além de estabelecer as regras, o síndico deve disponibilizar o regulamento para os condôminos, seja por via impressa ou online.

Por fim, é importante que se incentive o diálogo para a resolução de conflitos, deixando que medidas drásticas sejam tomadas somente em último caso.

A comunicação entre o síndico e os moradores deve ser a mais clara possível, assim você garante que tudo está sendo feito de acordo e que os moradores estão informados quanto as normas do condomínio.

Como já falamos, a boa convivência é um pilar fundamental para a harmonia, a qualidade de vida e o conforto dentro de ambientes, incluindo o condomínio.

Para que essa boa convivência seja alcançada, não basta apenas que exista uma boa intenção entre os moradores, mas que se tenham normas claras e objetivas sobre os usos dos espaços, criando uma disciplina saudável na vida cotidiana do condomínio.

Entretanto, apenas criar normas não é suficiente. É importante que elas sejam seguidas. Para que isso ocorra, é importante que elas sejam divulgadas e os condôminos tenham suas dúvidas esclarecidas sobre o assunto e o processo, além de criar mecanismos de advertência para os possíveis descumprimentos.

Barulho
Evite barulhos em horários inadequados. Possivelmente, este seja o principal problema enfrentado em prédios ou condomínio de residências.

Muito além dos barulhos excessivos após as 22 horas, existem outros incômodos em horários considerados inadequados. Podemos citar uma reforma com paredes ou pisos quebrados iniciando às 7 horas. Será que o seu vizinho ficaria feliz?

Imagine um morador que trabalha na escala noturna da empresa, que chega em casa por volta das 6 horas. Sem dormir a noite inteira, qual seria a sensação dele ao ouvir marretadas em plena manhã?

Uma boa dica é conhecer os seus vizinhos e também a rotina de cada um deles. Assim, é possível estabelecer horários adequados para cada situação. Evite, ainda, barulhos como som alto, gritos ou brigas constantes, principalmente após as 22 horas.

Se o seu filho está aprendendo a tocar guitarra ou outro instrumento musical, por exemplo, peça para que os ensaios aconteçam em horários que não tragam críticas dos vizinhos. Por isso, o bom senso é sempre necessário.

Entre as principais regras a serem adotadas, destacam-se:
  1. estabelecer horários em que seja permitida música alta nas áreas do condomínio;
  2. aplicar multas,
  3. caso as regras não sejam respeitadas;
  4. coibir o uso de áreas de lazer, como a piscina, nos períodos noturnos.
O que diz a lei?
O artigo 1277 do Código Civil de 2002 diz que “o proprietário ou possuidor de um prédio possui amplos direitos de cessar qualquer interferência do vizinho que prejudique a sua saúde, segurança ou sossego. Portanto, a qualquer horário, não importando a natureza do barulho, se ele resultar em alguma desses prejuízos a um vizinho, este terá plenos direitos de pôr um fim a eles”.

Há também o artigo 42 da Lei de Contravenções Penais, que diz que é uma infração penal perturbar alguém, o trabalho ou o sossego alheios:

I – com gritaria ou algazarra;

II – exercendo profissão incômoda ou ruidosa, em desacordo com as prescrições legais;

III – abusando de instrumentos sonoros ou sinais acústicos;

IV – provocando ou não procurando impedir barulho produzido por animal de que tem a guarda.

Áreas comuns
Respeite as regras do condomínio nas áreas de uso comum. Em todos os condomínios, a utilização das áreas de lazer, como churrasqueiras, piscinas, saunas ou salões de festas conta com regras específicas e que devem estar presentes no regimento interno do condomínio.

Em determinados locais, visitantes não podem entrar na água ou a reserva do salão de festas deve acontecer com, no mínimo, 15 dias de antecedência da data do evento.

Independentemente de quais regras vigoram em seu condomínio, o respeito é a palavra-chave. Para sempre ficar em dia com suas obrigações, leia atentamente o manual do morador e participe das assembleias mensais. Afinal, mudanças podem ocorrer.

No mais, seja rigoroso na aplicação das normas. Isso porque após um evento promovido por sua família pode acontecer outra festa no mesmo local. Ou seja, é preciso sempre deixá-lo bem limpo, respeitando o horário combinado.

Ao receber visitantes, explique as regras que devem ser seguidas, como locais apropriados para fumantes, onde as crianças não devem ir, se é permitida ou não a entrada deles na piscina, entre outras. Deixe tudo bem claro para evitar possíveis problemas com outros moradores.

Em dias de festa, evite excessos, como o som alto ou a sujeira pelo chão. Lembre-se sempre de que o uso dos espaços é coletivo!

Limpeza das áreas de lazer
A limpeza das áreas de lazer também geram grande impacto na maneira como os condôminos irão agir nesses locais. Um local limpo e bem conservado é um fator muito importante para a qualidade de vida nesse tipo de moradia.

Piscina
É importante respeitar o horário de uso da piscina, estabelecido no regimento interno. Usar trajes de banho e utilizar a ducha antes de entrar na piscina são regras básicas. É fundamental que no regulamento de piscina esteja bem claro para todos a idade mínima para permanência de crianças desacompanhadas na piscina. Cabe aos pais a responsabilidade de orientar seus filhos.

O mesmo vale para a permanência de animais de estimação na área da piscina. As regras precisam esclarecer para os moradores se é permitida ou não a presença dos bichinhos. Manter nas bordas da piscina brinquedos e objetos perigosos, como garrafas ou copos de vidro, pode causar acidentes.

Por isso, essa é uma das placas de regra na piscina que não deve faltar, e ela precisa deixar claro aquilo que é proibido no espaço.

Churrasqueira
Para o uso dessa área comum ser benéfico a todos, é fundamental estipular algumas regras de funcionamento e convivência.

Para o condômino fazer o uso da churrasqueira, primeiramente deve-se fazer o agendamento antecipado junto ao síndico ou pessoa designada a função. É fundamental também a criação de limites de horários e do som alto. Na maior parte do território brasileiro, a legislação segue o padrão de 22h como limite.

Mas em assembleia, o condomínio pode fazer a alteração desse limite para mais cedo ou mais tarde. Em relação aos convidados, também deve ser estabelecido um limite para lotação da churrasqueira junto com os locais que os convidados poderão ter acesso.

Academia
É importante que o condomínio tenha um regulamento sobre o uso da academia. Ele deve conter, entre outros pontos, dias e horários para freqüência e uma cláusula dando ao usuário a responsabilidade de repor qualquer peça no caso de quebra.

Tenha controle do acesso, pode ser com um livro de presença, que deverá ser preenchido pelo usuário toda vez que frequentar a sala. Restrinja o acesso à academia somente aos moradores do condomínio.

Crianças podem utilizar a academia, a partir dos oito anos, desde que com acompanhamento de um profissional.

Elevadores
Use adequadamente os elevadores. A utilização dos elevadores também deve seguir regras no condomínio, principalmente para conscientizar as crianças sobre as atitudes corretas.

Isso porque muitos pequeninos brincam com os botões, situação que pode gerar danos e até mesmo prejudicar quem está à espera do equipamento para uma emergência. Portanto, converse com eles sobre o uso correto do elevador. Além disso, é preciso respeitar o limite de peso, ou seja, se houver mais gente do que o número permitido, deixe quem chegou antes subir primeiro.

Ou faça valer o respeito pela idade dos moradores, sempre abrindo espaço aos idosos. Outra orientação imprescindível é divulgar no equipamento algumas regras do condomínio. Trata-se de um local ideal para um informativo impresso ou digital.

Para que os elevadores sejam usados de forma eficiente e garantir uma boa convivência, é importante que equipamentos e compras sejam transportados pelo elevador de serviço.

Algumas outras dicas como não forçar a porta, não jogar objetos no vão do elevador e respeitar a capacidade máxima do elevador vão garantir uma melhor convivência entre os condôminos, além de aumentar a vida útil do elevador, gerando menores gastos com uma manutenção corretiva.

Dentre as principais regras de condomínio nos elevadores, temos:
  1. Crianças devem estar sempre acompanhadas
  2. A porta não deve ser forçada
  3. Respeite a capacidade do elevador
  4. Não fume no elevador
  5. Não jogue objetos no vão do elevador
  6. Verifique se o elevador está parado no andar antes de entrar
  7. Não force o botão do elevador
É claro que, além disso, a manutenção dos elevadores deve estar em dia. O síndico e condomínio devem ter em mente que a segurança dos moradores é primordial. E para garantir isso é importante estar atento a situação em que os elevadores se encontram.

Segurança
Faça o controle da entrada de visitantes. Seja em dia de festa ou por causa de algum serviço que será executado em sua casa ou apartamento, a regra do condomínio é sempre informar à portaria sobre quem vai entrar.

Portanto, deixe o nome e o número do RG das pessoas que entrarão em seu condomínio. Essa atitude pode ajudar a evitar possíveis roubos ou furtos, que geralmente acontecem quando estranhos conseguem uma brecha nas regras. É necessário criar mecanismos para impedir que problemas envolvendo a segurança ocorram no interior destes espaços. 

Entre as regras que podem ser adotadas, destacam-se:
  • identificação e cadastro de todos que entram no condomínio, sejam eles moradores, visitantes ou funcionários.
  • Quando houver encomendas e entregas delivery, o condômino deve ir até a portaria receber o seu produto, impedindo que os entregadores tenham acesso aos apartamentos e ao interior do condomínio.
  • nunca abra o portão para estranhos e não deixe carros sem a identificação do condomínio entrarem.
E quando falo em segurança, também estou me referindo aos acidentes que podem acontecer por causa de uma manutenção mal realizada, em relação a inspeção dos para-raios ou da falha do sistema anti-incêndio.

Afinal, todos os moradores são responsáveis pela segurança no condomínio e as normas são estabelecidas exatamente para evitar percalços que possam trazer más notícias.

Dentro das regras de segurança, nunca abra o portão para estranhos e não deixe carros sem a identificação do condomínio entrarem. Sempre peça orientação aos porteiros ou seguranças e não tome atitudes impulsivas.

Animais em condomínios
Animais domésticos estão cada vez mais comuns, e os espaços estão cada vez mais abertos a recebê-los.

Entretanto, é importante que algumas regras sejam estabelecidas para permitir uma boa convivência entre os moradores e os animais e, até mesmo, entre os diferentes animais domésticos existentes no condomínio.

A primeira coisa que temos que esclarecer é que a convenção de condomínio residencial não pode proibir de forma genérica a criação e a guarda de animais de qualquer espécie nas unidades autônomas quando o animal não apresentar risco à segurança, à higiene, à saúde e ao sossego dos demais moradores e dos frequentadores ocasionais do local.

Entre as regras passíveis de serem adotadas, destacam-se: garantir que os animais domésticos circulem sempre acompanhados de seus donos pelo condomínio.

Deve-se priorizar as entradas de serviço para levar os animais para a área de lazer (caso seja permitido) ou a rua, evitando que entrem em contato com os demais ou moradores alérgicos.

Lembrando que as regras determinadas para uma melhor convivência entre os moradores e animais em condomínio nas áreas comuns devem estar presentes no regimento interno do condomínio.

Tenha atenção com os seus pets
Atualmente, a maior parte dos condomínios permite a presença de pets, como cachorros, gatos, pássaros diversos, entre outros.

No entanto, existem regras específicas. Uma delas é sobre os locais permitidos para passeio com os cães e gatos. Geralmente, eles não podem ser levados aos parquinhos ou próximo da piscina. Independentemente de quais forem as normas em seu condomínio, a dica é segui-las.

Leve sempre um saquinho para limpar possíveis sujeiras deixadas pelo caminho e treine o seu pet desde pequeno a não latir em demasia.

Afinal, trata-se de um problema que causa inúmeros conflitos entre moradores. Caso o seu cão seja de raças mais bravas, como Pitbull ou Rottweiler, use sempre a focinheira e correntes adequadas quando sair com eles.

Como a entrada e a saída dos pets, geralmente, é permitida somente nos elevadores de serviço, faça valer a regra e busque sempre conversar com seus vizinhos para manter o bom relacionamento.

Funcionários
A boa convivência é essencial nas regras do condomínio. Portanto, cumprimente os funcionários fixos e terceirizados, zelador e porteiros, respeitando a entrada e saída de pessoas autorizadas.

Lembre-se que os funcionários foram contratados para atender o condomínio, e não serviços particulares. Caso tenha problemas com algum dos funcionários, reporte ao síndico. Ele deve ser a pessoa que irá tomar as devidas providências.

Vizinhos
Assim como os funcionários devem ser respeitados, os vizinhos também devem se tratar cordialmente. Antes de falar mal dos vizinhos, veja se realmente tem razão e como pode resolver a situação.

Problemas com barulho e cigarros em condomínio são geralmente onde estão o maior número de queixas. O síndico pode ajudar a solucionar alguns conflitos, mas não cabe a ele mediar e resolver os conflitos entre vizinhos.

Por isso tente entender o lado do outro. A conversa sempre será a melhor saída.

Garagem
Respeite as regras da garagem. As vagas de garagem para os moradores e o estacionamento para os visitantes devem ser divididos.

Caso algum morador não respeitar as regras quanto ao uso das vagas, ele deve receber advertência verbal e, se o caso persistir, é necessário que se apliquem multas. As vagas de garagem podem ser uma grande dor de cabeça para o síndico, são inúmeros os conflitos e dúvidas que surgem.

Como definir a distribuição das vagas de garagem, quantas vagas devem ser destinadas aos deficientes físicos ou o que fazer em caso de batida na garagem são questões que se não forem bem resolvidas pelo síndico irão atrapalhar consideravelmente a boa convivência entre os condôminos.

Entre as regras do condomínio, as da garagem podem causar constantes discussões. Observe no regimento interno do condomínio quantas vagas são permitidas por morador e se existe a possibilidade de compras de mais espaços para os veículos.

Respeite, ainda, os limites de velocidade. Dessa maneira, certamente você evitará muitas dores de cabeça.

Reformas e Obras
Um ponto importante está relacionado a autorização da obra. Qualquer obra em apartamento deve ser, antes de iniciada, autorizada pelo síndico.

Por mais que seja o dono do apartamento, o proprietário não pode realizar a obra sem esse consentimento. Normalmente os horários para realização de obras em condomínio é de 8h às 17h. Mas isso pode variar de acordo com o regimento interno do seu condomínio.

Já nos finais de semana, em determinados condomínios é possível realizar as obras no sábado a partir de 13h, em outros só é possível nos dias úteis. Exija que as reformas realizadas nos apartamentos sejam feitas de forma responsável, com assinatura de um um engenheiro ou um arquiteto.

Estabeleça horários permitidos para que a obra aconteça (dê preferência para o período das 9h às 18h). Os materiais de construção devem ser transportados pelos elevadores de serviço.

Tirando reformas de pintura, é importante que o morador apresente um laudo comprovando que a reforma em apartamento está de acordo. Dentre elas, estão:
  1. Construção ou demolição de paredes e divisórias
  2. Substituição de revestimentos (pisos, paredes, tetos)
  3. Abertura ou fechamento de vãos
  4. Alteração nas instalações elétricas, hidráulicas e sanitárias
  5. Instalação de mobiliário fixo.
Lixo
Além dos inconvenientes que podem ser gerados, o lixo é uma questão de saúde — como a proliferação de ratos e baratas e liberação do odor.

Para que esses malefícios sejam evitados, o lixo deve receber uma destinação correta em dias e locais adequados, imposto por meio de uma regra, e transportado preferencialmente pelas circulações de serviços. Depois, o tipo de embalagem a ser usada no acondicionamento do lixo e, ainda, realizar a separação dos resíduos a serem reciclados.

Os condôminos devem, por sua vez, orientar os visitantes a não colocarem lixo doméstico nas áreas comuns, como piscinas e playgrounds. As assembleias em condomínio devem ser sempre claras e objetivas, assim você garante que os assuntos pautados sejam discutidos e que não se perca tempo com assuntos menos relevantes.

Reuniões de condomínio
As reuniões são essenciais para uma boa administração de condomínio, pois elas são a principal via de comunicação entre a gestão e os condôminos.

Para que elas sejam feitas de forma eficiente, é necessário que se sigam regras, como estabelecimento de horários e respeito à pauta da reunião.
  • Convoque os moradores com antecedência
  • Seja objetivo na elaboração da pauta
  • Defina um protocolo para a assembleia de condomínio
  • Prepare um ambiente agradável
  • Conduza a assembleia de maneira ética, impessoal e objetiva

Além disso, devem orientar as crianças a não jogarem lixo pelas janelas dos apartamentos, nem os descartar nos elevadores.

A boa convivência é essencial nas regras do condomínio. Portanto, cumprimente os funcionários fixos e terceirizados, zelador, moradores e visitantes, respeitando a entrada e saída de pessoas autorizadas.

Prive sempre pelo bom senso e participe das decisões internas, ou seja, compareça nas reuniões e tenha voz ativa em busca das melhorias reivindicadas.


Assim, certamente as regras do condomínio sempre serão respeitadas, fazendo com que o dia a dia fique mais harmônico e humanizado.

É o Plano Piloto rumo ao fim das enchentes. O GDF vai investir mais de R$ 100 milhões para construir três canais e bacias de captação. Projeto Águas do DF está quase pronto para licitação

 Foto: Paulo H. Carvalho.

Uma nova e ampla rede de drenagem vai acabar com os alagamentos e as enxurradas no Plano Piloto de Brasília. O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), prepara-se para lançar o Águas do DF, projeto de construção de três galerias pluviais que atenderão à Asa Norte e à Asa Sul (veja um resumo na ilustração ao final desta reportagem). As áreas escolhidas enfrentam problemas históricos de inundações, responsáveis por causar estragos em vias públicas, imóveis e veículos, com enormes prejuízos à população e ao poder público.

 Foto: Renato de Souza.

“A construção da nova rede não será vista pela população, mas seu impacto positivo será sentido principalmente pelos moradores das quadras inferiores, que foram as mais afetadas pelos alagamentos”Izidio Santos, presidente da Terracap.

A primeira etapa vai atender à área mais problemática da região central: o início da Asa Norte, cenário de recorrentes alagamentos e inundações. O projeto está em fase de finalização – análise de orçamento, elaboração do termo de referência e edital para lançar a licitação. O processo é inédito na região e tem previsão de investimento de aproximadamente R$ 100 milhões, de acordo com o presidente da Terracap, Izidio Santos.

 Foto: Luciana Araújo.

Por lá serão construídos 4,83 quilômetros de rede de drenagem entre as quadras com finais 1 e 2. O canal será capaz de receber as águas das chuvas de uma área de cerca de 9 quilômetros quadrados.

Com dimensões crescentes ao longo do percurso, a nova galeria da Asa Norte terá de 1,2 metro a 3,6 metros de diâmetro e desaguará em uma lagoa de qualidade, responsável por decantar as impurezas e levar as águas mais limpas para o Lago Paranoá. A atual – ainda do projeto de construção da Asa Norte, da década de 1970 – é quadrada e vai de 0,4 metro a 3 metros de vazão, com transposição direta ao lago, sem passar por uma bacia.

Foto: Viviane Nogueira.

Percurso
O canal começará próximo ao Estádio Nacional Mané Garrincha e descerá no sentido à via L4 Norte. Passará sob as quadras 902 (perto do Colégio Militar), 702, 302, 102, 201/202 e 402, além das vias L2 (Sul e Norte), até chegar à L4 Norte, no Setor de Embaixadas Norte. A rede atual será preservada e também mantida em atividade.

Toda a obra de escavação e estruturação do canal será subterrânea, sem qualquer comprometimento ao trânsito e à fluidez da cidade. “Nós não vamos causar no Plano Piloto a destruição de vias para a abertura de valas. A construção da nova rede não será vista pela população, mas seu impacto positivo será sentido principalmente pelos moradores das quadras inferiores, que foram as mais afetadas pelos alagamentos”, avalia Izidio.

O Águas do DF é projeto aguardado por mais de dez anos e, até a atual gestão do GDF, não saía do papel. Ao ser colocado em execução, ajudará também na revalorização imobiliária da região. Isso porque muitos blocos comerciais e residenciais afetados diretamente pelas inundações perderam valor de mercado, apesar de estarem em uma das áreas mais valorizadas da cidade, próxima à Esplanada dos Ministérios.

Lysa Lobo, de 51 anos, é síndica de quatro blocos na 402 Norte. Alguns prédios na superquadra, principalmente o Bloco G, chegaram a ter as garagens invadidas até o teto pelas águas da chuva durante temporais.

À espera de melhorias estruturais, ela aposta no Águas do DF como solução para por fim aos prejuízos e transtornos da vizinhança. “Além de revalorizar as quadras, uma ação dessa grandeza contribui para a segurança e a mobilidade dos moradores”, sintetiza Lysa.

Etapas 2 e 3
A construção do canal no início da Asa Norte é a primeira de três etapas do Águas do DF. A segunda inclui a ampliação do escoamento, ainda na Asa Norte, entre as quadras 910/911 e 610/611, ainda em fase de elaboração.

O outro a ser construído vai da Quadra 911 Sul, no limite com o Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek, até o Parque Ecológico da Asa Sul, na 611. Também será construída uma bacia de qualidade no local.

A captação de água do Plano Piloto é muito antiga, da época da construção da cidade, e não comporta mais o fluxo das chuvas há muitos anos. “E, com o crescimento da cidade, com as novas demandas e construções, exige-se [a composição de] uma nova rede. E é o que vai ser feito”, garante o diretor-técnico da Terracap, Hamilton Lourenço, que acompanha o projeto.



Esse mundo existe?


Por Jean Sigel


O ano era 2015. A Escola de Criatividade fez parte da curadoria de conteúdo e experiência criativa para um grande evento da CNI (Confederação Nacional da Indústria), em Brasília. Auditório lotado com dois mil empresários para a fala do palestrante mais esperado e que encerraria o evento. Tratava-se do ex-presidente americano, Bill Clinton. Entre mensagens de otimismo e união dos empresários em meio a grave crise política e econômica que o país atravessava naquele ano, ele dava grande destaque a uma frase que citava quase como um mantra ao longo do discurso. “O mundo pertence aos que cooperam”. Nesse momento olhei pra minha sócia e cochichei ao ouvido: “Finalmente algum líder está falando uma verdade direta e corajosa a tantos empresários”.

Antes de encerrar sua fala, o ex-presidente fez questão de ressaltar que o melhor livro sobre política e estratégia lido por ele, “A conquista social da terra”, foi escrito por um entomologista americano, Edward Osborne Wilson, que fala sobre a forma como abelhas, formigas e o ser humano conseguem avançar em suas sociedades justamente por meio da cooperação.

A fala nos remeteu às tantas cooperativas de diferentes setores que atendemos com treinamentos e eventos e que possuem em seu código genético esse mundo no qual o ex-presidente se referia. Nesses anos todos muito próximo delas, desde cooperativas de crédito, saúde, agro e outras, chegamos a conclusão que não só temos ensinado, como também aprendido e muito com elas. Diria que uma troca cooperativa de sabedoria e propósito.

Desde que conhecemos esse mundo do cooperativismo, e das pessoas que cooperam por objetivos e propósitos comuns, nosso olhar em relação ao mundo do trabalho mudou completamente. A forma de atender e desenvolver nossos conceitos e projetos, evoluiu. Cada conteúdo, projeto ou treinamento novo teria que instigar mais colaboração, cocriação e ter o olhar de impacto do todo que as cooperativas sempre nos ensinaram.

Como não se encantar com empresas altamente eficazes que também se preocupam, na mesma dose, com seu papel na sociedade e como sua comunidade pode ser impactada positivamente?

Ou onde tudo que é produzido retorna de várias formas pra você mesmo e para a comunidade?

Como não aprender e se sensibilizar com um sistema que tem como princípios: a adesão voluntária e livre, gestão democrática, participação econômica dos cooperados, autonomia e independência, educação, formação e informação, intercooperação, e interesse pela comunidade? Princípios e valores que formam a razão de existir de um negócio, seguidos em todo mundo e que hoje se alinham inclusive com os objetivos do milênio da ONU para o desenvolvimento sustentável.

Como não ficar impactado com cooperativas que destinam boa parte de seus resultados a projetos socioeducacionais para crianças e jovens, como parte central de seu negócio, e não como ferramenta de marketing social conveniente e provisório feito por algumas empresas?

O que esperar de comunidades e regiões onde cooperativas estimulam e desenvolvem projetos voltados ao empreendedorismo e liderança da mulher e a temas sensíveis relacionados a preconceito, assédio, equidade e oportunidade? Ver jovens e experientes mulheres unidas em busca de conhecimento e atitude, nos cantos mais distantes do país é uma dose de otimismo na veia para uma sociedade mais igualitária.

Pois é. Esse mundo existe. Nesses anos todos atendendo cooperativas concluímos que é um mundo que dá certo e evolui, justamente pelo equilíbrio que propõe. Um mundo não apenas onde todos fazem parte por norma, mas onde todos se sentem parte verdadeiramente. Senso de pertencimento real, sem propaganda enganosa, que une a todos em torno de algo maior, entre gestores, colaboradores, cooperados e a população. Cresce e se desenvolve junto com as pessoas. É inovador e sensível a causas necessárias para o mundo. Pois sabe que a inovação depende de pessoas e que o crescimento só acontece quando colaboramos uns com os outros. Onde o impacto econômico e social é parte do negócio. É mais do que um sistema ou princípio.

Cooperar é um modo de ser e sentir. Um lifestyle bom de viver e trabalhar. E para acessar o portal a esse outro mundo, basta uma palavra mágica: cooperar.

O mundo pertence aos que cooperam.




*Jean Sigel é palestrante e co-fundador da Escola de Criatividade de Curitiba.
A Associação dos Idosos de Ceilândia no Distrito Federal recebeu neste mês de julho o valor arrecadado pela campanha Troco Solidário que, junto aos clientes do Fort Atacadista, alcançou o valor de R$ 49.354,18. A arrecadação foi feita entre janeiro e junho deste ano.


Por conta da pandemia de Covid-19, a entrega do valor arrecadado foi feita de maneira simbólica, apenas com os representantes da instituição, com o objetivo de evitar aglomerações e seguindo todas as orientações de segurança sanitária.

“Esse novo cenário impõe desafios ainda maiores a todos e principalmente a essas instituições sociais, que dependem muito de apoio. O Troco Solidário cumpre sua missão em ser essa ponte que leva apoio e levanta a bandeira de que se todos se unirem em prol do bem comum, é possível fazer muito mais e ajudar aqueles que prestam serviços extremamente importantes a uma grande parcela da sociedade”, ressalta o gerente regional do Fort Atacadista em Brasília, William Lima.


A Associação dos Idosos é uma instituição voltada para o atendimento dos idosos de Ceilândia, no Distrito Federal. No local são ofertados cursos, atividades físicas, palestras, eventos culturais para promover interação entre os membros, assim como oferecer mais qualidade de vida aos participantes. Com a pandemia, as ações estão mais restritas, para evitar aglomerações e estão sendo oferecidas orientações de prevenção ao Covid-19 e distribuição de máscaras de proteção.

Troco Solidário - O projeto consiste na arrecadação de moedas que os clientes doam nos caixas das lojas quando fazem suas compras. O dinheiro é investido em benfeitorias de instituições, que são cadastradas, apresentando seu histórico, documentos, e são visitadas pela equipe para uma triagem. O Troco Solidário, realizado pelo Fort e pelo Comper, empresas do Grupo Pereira, desde 2007, já arrecadou mais de R$ 11 milhões de reais, que foram repassados para 300 instituições de caridade, impactando e promovendo a melhoria da qualidade de vida de mais de 250 mil pessoas, nos Estados em que o Grupo está presente.


Se não souber falar, se tiver dúvidas, que o presidente se cale. Como na última semana

Por Fernando Henrique Cardoso

Tempos confusos os que temos vivido. A tal ponto que estranhamos o que aconteceu no meio da semana: chamou a atenção o fato de o governo não haver arranjado nenhuma confusão nova. Isso depois de, sem se dar ao luxo de explicar melhor ao País as razões, o presidente haver dispensado vários ministros nas pastas da Educação e da Saúde. Pelo menos até a última sexta-feira, quando escrevo este artigo, não demitiu ninguém ou ninguém se sentiu na obrigação de abandonar o Ministério. Nem mesmo se viu o presidente ou seus porta-vozes atribuírem à oposição ou a alguém mais notório o estar “conspirando”. Daí a calmaria. 

É assim que vai andando o atual governo, meio de lado. Sem que os “inimigos” façam qualquer coisa de muito espetacular contra ele, é ele próprio que se embaraça com sua sombra. De repente, quando não há nenhum embaraço novo, nenhuma “crise”, o presidente não se contém: fala e cria uma confusão.

É verdade que o governo federal não teve sorte. Não foi ele que criou a pandemia que nos aflige nem a paralisação da economia, que já vinha de antes. Mas a confusão política, desta ele se pode apropriar: foi coisa inventada pelo próprio presidente e seus fanáticos.

Por certo ela se agrava com a crise econômica e a da saúde pública. Mas o mau gerenciamento das crises e da política é o que caracteriza os vaivéns do governo Bolsonaro. No Congresso Nacional e nos tribunais (apesar de tão malfalados nos comícios pelos adeptos presidenciais) tem havido resistências à inação governamental e a suas investidas contra as instituições.

Comecemos pelo que mais importa, a saúde pública e a de cada um de nós. O governo federal desconsiderou os riscos da situação epidêmica no início e, depois, passou o bastão às autoridades locais. Compreende-se que sejam estas, mais perto das populações, a gerenciar o dia a dia. Mas o papel simbólico é sempre, para o bem e para o mal, de quem exerce a Presidência da República, tenha ou não culpa no cartório. Além disso é o que prescreve a Constituição, no seu artigo 23, sobre as competências comuns, entre as quais está a de zelar pela saúde pública, como deixou claro o Supremo Tribunal Federal (STF) em sua decisão a esse respeito.

Da mesma maneira é inacreditável que em tão pouco tempo o governo haja substituído dois ministros na pasta da Educação e que o País ainda não saiba quem será o próximo ministro. Os anteriores o pouco que fizeram foi suficiente para darmos graças por se terem afastado. Mas quem virá? E logo numa área crucial para o País.

Governo que não tem rumo nas principais áreas sociais dificilmente encontrará a lanterna mágica para nos levar a bom porto. Não são apenas pessoas mal escolhidas. É a falta de projetos, de esperança, o que nos sufoca. 

Talvez esteja aí a falta maior do presidente: ele fala como qualquer pessoa, o que pode parecer simpático. É um [ ]uomo qualunque[/ ]. Diz o que lhe vem à cabeça, como qualquer mortal. Mas esse é o engano: o papel atribuído pelas pessoas ao presidente, qualquer deles, exige que ele, ou ela, mesmo sendo simples (para não dizer simplório), não pareça ser tão comum na hora de decidir ou de falar ao povo sobre os destinos da Nação.

Em certos momentos muita gente no País pode até apreciar a semelhança entre si e o chefe de Estado. A maioria mesmo: pois não foi ele quem ganhou as eleições? Afinal o presidente, dirão, é uma pessoa como qualquer outra. Mas quando há crises é quando mais se precisa que haja comando, rumo. Talvez por isso os “homens comuns” no poder acabem por ser incomuns, singulares na sua incapacidade de definir um rumo. Quando têm personalidade autoritária, investem e esbravejam contra as instituições democráticas. No Brasil, elas têm respondido bem ao desafio. 

Onde iremos parar? Não tenho bola de cristal, mas é melhor parar logo. Se pudesse eu lhe diria: presidente, não fale; ou melhor, pense nas consequências de suas falas, independentemente de suas intenções. Sei que é difícil, afinal eu estava em seu lugar quando houve o “apagão” e também durante algumas crises cambiais. Não adianta espernear: vão dizer que a “culpa” é sua, seja ou não. E, no fundo, é sua mesma. Não se trata de culpa individual, mas política. Quem forma o governo (sob circunstâncias, é claro) é o presidente. A boca também é dele. Logo, queiramos ou não, sempre haverá quem pense que o presidente é responsável. Vox populi, dir-se-á...

É assim em nosso sistema presidencialista. E talvez seja assim nas sociedades contemporâneas. Com a internet as pessoas formam redes, tribos, e saltam as instituições. Por isso é mais necessário do que nunca que haja lideranças. Em nossa cultura e em nosso regime, já de si personalistas, com mais forte razão os líderes exercem um papel simbólico, falam pela comunidade. O líder maior é sempre o presidente, pelo menos enquanto continuar lá. Por isso é tão importante: se não souber falar, se tiver dúvidas, que o presidente se cale. Como nesta última semana. 

Melhor, contudo, é que se emende e fale coisas sensatas, que cheguem ao coração e façam sentido na cabeça das pessoas razoáveis. 


*Fernando Henrique Cardoso é sociólogo e ex-presidente da república.


Tecnologia contribui para a preservação do meio ambiente e equilíbrio ecológico


Foto: Rogério Lopes.

Para tonar os veículos movidos a energia elétrica e hidrogênio mais acessíveis à população, o deputado Delmasso (Republicanos-DF) solicitou isenção de IPVA à secretaria de Economia. O parlamentar enviou uma minuta de projeto de lei para acrescentar um dispositivo na Lei n° 6.466/2019, que trata de benefícios fiscais do IPVA.

O parlamentar encaminhou ao secretário de Economia, André Clemente, uma minuta de projeto de lei que pretende acrescentar um dispositivo na Lei n° 6.466/2019, que “dispõe sobre os benefícios fiscais do IPVA. A minuta pede isenção em relação aos veículos automotores impulsionados a energia elétrica ou a hidrogênio, os movidos exclusivamente com estes combustíveis e também os chamados “veículos híbridos”, movidos com motores a combustão e, também, com motores elétricos ou a hidrogênio.

“Acredito que o Governo do Distrito Federal dará um passo muito significativo em direção a trazer para a população algo que acontece mundo afora. As pessoas querem utilizar e democratizar as tecnologias digitais. Ela começa com o carro elétrico, onde apresenta um crescimento do mercado e da cadeia produtiva, sendo vitrine para outros estados e um crescimento do mercado e da cadeia produtiva, sendo vitrine para outros estados e municípios”, afirma o deputado.

O Brasil tem 14.838 veículos elétricos em circulação, segundo a Associação Brasileira de Veículos Elétricos (ABVE), sendo que no Distrito Federal são 426 veículos registrados como elétricos ou híbridos. Ainda segundo a ABVE, oito Estados (Paraná, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte e Pernambuco) e quatro cidades (São Paulo, Sorocaba, Indaiatuba e São Bernardo do Campo) isentam o IPVA como forma de estimular a venda de veículos elétricos.


A conscientização contra a obesidade infantil é fundamental já que a doença é o segundo maior fator de risco evitável para o câncer



Foto: João Batista.

“Hábitos alimentares inadequados e estilo de vida sedentário são alguns dos principais fatores que resultam na origem da obesidade”, afirma a médica oncologista clínica, Milena Aparecida Coelho Ribeiro. Segundo a pesquisa Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) do Ministério da Saúde, a prevalência de pessoas obesas no País subiu de 11,8% em 2006 para 20,9% no ano passado. Significa que dois a cada 10 brasileiros estão obesos. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a Pesquisa de Orçamentos Familiares, realizada no Brasil em 2008/2009, revelaram que 33,5% das crianças de 5 a 9 anos e 21,5% dos adolescentes de 10 a 19 anos estavam com excesso de peso.

Para Milena Ribeiro, um indivíduo obeso na infância e na adolescência tem grande risco de permanecer acima do peso na fase adulta. Como consequência, segundo a oncologista, pode sofrer uma redução na expectativa de vida por causa do aumento da probabilidade de desenvolver doenças cardiovasculares, psiquiátricas, metabólicas e oncológicas, entre outras patologias associadas ao peso elevado.




Milena Ribeiro - Foto: João Batista.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), em sua Estimativa 2020 – Incidência de Câncer no Brasil, o País terá 625 mil novos casos a cada ano no triênio 2020-2022. A obesidade estará entre os principais fatores de risco para o desenvolvimento de 11 dos 19 tipos mais frequentes de tumores na população brasileira, conforme a publicação. O Inca alerta que comportamentos não saudáveis como fumar, consumir bebidas alcoólicas, sedentarismo e manter dieta pobre em vegetais também aumentam o risco de 10 tipos da doença.

Milena Ribeiro aponta que mais de 20 tipos de câncer são relacionados à obesidade infantil e de 30% a 35% dos tumores são ligados aos fatores obesidade, dieta e sedentarismo. “A obesidade infantil tem sérias consequências para a vida adulta, por isso é fundamental dar importância aos alimentos consumidos pelas crianças. A atenção deve estar diretamente ligada no que elas comem”, aconselha.

Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam que cerca de 30% dos casos de ocorrência de qualquer tipo de câncer estão relacionados à obesidade – e poderiam ter sido evitados com um estilo de vida mais saudável, incluindo alimentação equilibrada e prática de atividades físicas.

Carnes processadas – linguiça, salsicha, bacon, presunto – são consideradas pela OMS categoria 1 de carcinogênicos. Refrigerantes e sucos também apresentam risco, pela grande quantidade de açúcar. E gorduras, frituras e doces também devem ser evitadas


A oncologista ressalta que uma alimentação rica em frutas, legumes, verduras, cereais, grãos e outros alimentos não processados, associada a atividade física, sono equilibrado e tirar as crianças dos longos períodos da frente das telas já são algumas medidas para promover conscientização contra a obesidade infantil e as consequências da doença na vida adulta. “Apesar da data ser lembrada no dia 3 de junho, a prevenção deve ser constante, um hábito na vida de toda família”, reflete Milena Ribeiro.

Boazinhas