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O PróGoiás tem como metas diversificar indústria, impulsionar inovação e reduzir desigualdades sociais e regionais

Foto: Marcelo Alves.

O governador Ronaldo Caiado (DEM) e a secretária da Economia, Cristiane Schmidt, lançaram, nesta quarta-feira (07/10), o Programa de Desenvolvimento Regional (ProGoiás), destinado ao crescimento e à diversificação do parque industrial de Goiás.

Objeto de vários debates com o setor produtivo antes de virar lei estadual, o novo modelo de incentivos fiscais tem ainda as metas de impulsionar e desenvolver a inovação e a renovação tecnológicas, incentivar a geração de emprego e reduzir as desigualdades sociais e regionais.

“Eu quero que haja um sentimento de espírito público em todos os nossos empresários. Enxerguem também essas regiões do Norte e Nordeste, Vale do Araguaia, desassistidas, em que as pessoas deverão ter ali o mínimo de condição”, defendeu o governador durante o discurso. “Esses projetos [incentivos fiscais] têm que ter muita responsabilidade, eles não podem ter nenhuma vertente eleitoreira nem politiqueira”, argumentou.

Sucessor dos programas Fomentar e Produzir, o ProGoiás busca também desburocratizar a concessão de benefício para o setor industrial e garantir a segurança jurídica e impessoalidade. Ele tem validade até 2032.

O ProGoiás oferece incentivo fiscal tradicional, ou seja, crédito outorgado, sem financiamento. É mais atraente, menos burocrático que seus antecessores e segue modelo adotado no Mato Grosso do Sul (MS) e o Convênio ICMS do Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária), além da Lei n° 20.367/18. São ainda objetivos do programa estimular a formação ou o aprimoramento de arranjos produtivos locais e ampliar o aproveitamento da cadeia produtiva existente no Estado.

O presidente da Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (Adial), Edwal Portilho, elogiou o novo modelo de incentivos fiscais do governo Caiado. Para ele, o ProGoiás se configura em um marco de desenvolvimento regional. “Da maneira como foi criado, não somente grandes corporações, mas as pequenas indústrias do interior poderão buscar maior competitividade aos seus negócios, gerando mais empregos, arrecadação, renda e desenvolvimento social”, elencou o representante do setor produtivo no evento.

“O governador salvou, no mínimo, 30 mil empregos no Estado”, assinalou o senador Luiz do Carmo, ao se referir à matéria aprovada, na última terça-feira (06/10), no Senado Federal, que incluiu Goiás no projeto que estende o prazo de incentivo fiscal para montadoras de automóveis. Antes da votação em Brasília, que já havia sido referendada pela Câmara dos Deputados, o benefício prolongado estava restrito apenas aos estados do Norte e Nordeste.

“Goiás vai desenvolver muito mais e ainda tem dois anos de governo”, projetou o parlamentar sobre como a atuação e a influência do governador têm contribuído com o crescimento socioeconômico do Estado.

O subsecretário da Receita Estadual, Aubirlan Vitoi, destacou como vantagens do ProGoiás a impessoalidade, a transparência, a digitalização e a celeridade de adesão, e que se não deve ultrapassar dois meses entre solicitação e credenciamento. “Depois de mais de 40 anos, o Estado passa a ter um programa de gestão de benefícios”, disse.

Ele ainda acrescentou que, a pedido do governador, a carga tributária para os estabelecimentos que se instalarem nos municípios com maior vulnerabilidade social será menor do que em outras regiões: 1,8% para as pequenas empresas e 2% para as demais.

Além da desburocratização e da segurança jurídica, outro ponto positivo do novo programa foi reconhecido pelo representante dos empresários na solenidade, Carlos Luciano Martins Ribeiro, que é ceo da Montreal e presidente do Grupo Novo Mundo. “Soma-se a isso uma taxa de juros baixa; a gente viveu anos e anos com taxas que inibiam o desenvolvimento”, informou. “Queremos cumprimentar a equipe da Secretaria da Economia, que abre as portas para os empresários. Ao longo de todo o planejamento do ProGoiás, nós fomos ouvidos.”

Quem pode participar

Podem ser beneficiários do ProGoiás os estabelecimentos que exerçam atividades industriais no Estado interessados em realizar investimentos para a implantação de novo empreendimento industrial, ampliação de estabelecimento industrial já existente e ainda revitalização de estabelecimento industrial paralisado. Há regras para as três fases de participação: com novo projeto, ampliação e revitalização, com base de inscrição no Cadastro de Contribuintes do Estado.

Os investimentos previstos no programa devem ser de valor correspondente, no mínimo, ao percentual de 15% do montante do crédito outorgado previsto no artigo 4º da Lei 20.787, estimado para os primeiros 36 meses de fruição do benefício.

Devem ser discriminados em terrenos, obras civis, veículos, máquinas, softwares, equipamentos, instalações e demais investimentos relacionados à implantação, ampliação ou revitalização. A aplicação da verba deve ocorrer e ser comprovada no prazo de até três anos, contados do mês seguinte ao do início da fruição do benefício do crédito outorgado.

Rede líder no formato atacarejo no Sul do Brasil, o Fort Atacadista completa 21 anos no mês de outubro e lança a maior campanha de aniversário já realizada. Durante todo o mês, uma série de ofertas nas mais de 40 lojas do Fort no país e preços ainda mais baixos para presentear os consumidores com a campanha “Campeão dos preços baixos”. “Fizemos grandes negociações com a indústria, para garantir este diferencial que sempre foi um dos principais pilares do Fort: o preço baixo”, adianta João Pereira, vice-presidente comercial do Grupo Pereira. 


A campanha, que teve início no dia 01 de outubro, terá neste fim de semana, para comemorar o aniversário do Fort, o retorno do tradicional “DIA F” – ação promocional que não é realizada desde o início da pandemia. Excepcionalmente  no mês de outubro e para evitar aglomerações, o Dia F especial de 21 anos do Fort Atacadista será em dois dias: 3 e 4 de outubro, sábado e domingo, com centenas de produtos a preços ainda mais especiais, com todas as lojas funcionando em horário especial, sendo que o cliente poderá consultar o horário de funcionamento das lojas no site do Fort: www.fortatacadista.com.br. Além disso, o cliente poderá ficar tranquilo, pois todas as lojas estarão com preços, produtos e estoque preparados e garantidos para os dois dias de Dia F.  Nas propagandas exibidas em TV, o site será divulgado por meio de QR Code. Nas redes sociais, serão veiculados anúncios com o horário de cada loja: o consumidor vai ser impactado somente pela divulgação da loja mais próxima do seu endereço.

 “Teremos o melhor aniversário de todos os tempos, apesar de todas as adversidades que a população está vivendo neste ano. O cliente vai sentir que está comprando em uma empresa responsável para com todos”, afirma Gilberto Oliveira, diretor nacional de operações.

A garota-propaganda do mês de aniversário Fort Atacadista é a chef Michelle Crispim, que – assim como o Fort – veio de Santa Catarina e conquistou o Brasil. A catarinense venceu uma das temporadas do Masterchef Brasil, conquistando projeção nacional com seu talento e carisma. Além de estampar peças publicitárias da campanha, como os outdoors nos estados de SC, MT, MS e no Distrito Federal, Michelle também irá comandar Lives nas redes sociais do Fort.  

Mais facilidade no pagamento - O Vuon Card, o cartão próprio do Grupo Pereira, proporciona benefícios e descontos exclusivos para compras em todas as lojas do Fort Atacadista. Itens do bazar, por exemplo, podem ser parcelados em até 10 vezes sem juros. Clientes que ainda não possuem o cartão poderão fazer o seu logo na entrada das lojas, em poucos minutos e sem burocracia.

Pioneirismo - O Fort Atacadista iniciou suas atividades em 1999 na cidade de Joinville, sendo o pioneiro no Sul do Brasil em seu formato de vendas, o atacarejo, no qual o cliente pode optar entre comprar itens no atacado ou no varejo, obtendo uma economia considerável em comparação aos varejos tradicionais. O Fort também foi pioneiro neste ano atípico, saindo na frente ao adotar medidas preventivas de higiene e segurança – até mesmo antes dos decretos municipais. “Chegamos à maioridade em um ano atípico. Tivemos que nos adaptar, fomos os primeiros a fazer controle de entrada de clientes nas lojas e aplicarmos uma série de normas para garantir a segurança dos clientes e dos nossos funcionários”, reforça Gilberto Oliveira.

No Distrito Federal são 3 lojas, anote os endereços:

Sol Nascente | DF | Quadra QNP 27 Área Especial 01 S/N

Taguatinga| DF | Setor M Norte Qd. 1 Cj. A Lt. 1 – Av. Hélio Prates com M Norte

Ceilândia| DF | CNN 1 S/N | Centro 



Com altas temperaturas, a busca por estratégias que possam amenizar o calor está maior. O sorvete, por exemplo, é um dos itens mais procurados para amenizar os efeitos dos dias abafados e ensolarados. Dados da Unilever revelam que, nos três meses anteriores a junho deste ano, as vendas de sorvetes aumentaram 26%. Segundo a empresa, este fato se deve ao período em que as pessoas passaram a ficar mais em casa, por conta da quarentena imposta pela pandemia. Com isso, houve crescimento no consumo doméstico de alimentos, sorvetes e chá, apontam os estudos. 

De olho na demanda, o Fort Atacadista traz ofertas especiais para o setor, celebrando ainda o Dia do Sorvete, hoje dia 23. Isso porque os atacarejos são opções vantajosas tanto aos clientes finais, quanto aos médios e pequenos comerciantes, que revendem os produtos em seus negócios. “Temos um mix ampliado de produtos e grande variedade de itens, o que possibilita excelente custo-benefício”, explica o gerente regional da rede no Distrito Federal, William 

Em 2019, foram consumidos mais de 1,1 milhão de litros de sorvete em todo o Brasil, de acordo com a Abis (Associação Brasileira das Indústrias e do Setor de Sorvetes). Com a procura cada vez mais em alta, vale se atentar aos cuidados com a saúde. Conforme a nutricionista do Fort Atacadista, Glaucia Stasiak, o sorvete, além de refrescante, pode ser um aliado a vida saudável, se consumido da forma correta. “Os feitos a base de frutas são os mais indicados para quem não quiser entrar em guerra com a balança. Um picolé de limão, por exemplo contém apenas 51 calorias”, pontua. 

A nutricionista destaca, ainda, as opções de sorvetes lights, que podem ter menos gorduras, mas em alguns casos possuem mais açúcar para acentuar o sabor. Por isso, é importante ficar atento às escolhas. Mas, para quem não dispensa um bom sorvete tradicional, não há problema, basta ficar de olho na quantidade que será consumida e não exagerar. 

Dia do Sorvete - Celebrado no dia 23 de setembro no Brasil, logo no início da Primavera, onde há elevação das temperaturas no País e, teoricamente, há maior procura dos consumidores pela sobremesa. E, apesar da grande fama das sorveterias italianas e francesas, a iguaria foi criada na China. Tudo começou há cerca de 4 mil anos, após um quitute à base de leite e arroz ser congelado na neve e fazer o maior sucesso. 

Após uma viagem de Marco Polo à China, em 1271, o sorvete chegou à Itália e posteriormente foi se popularizando em outras regiões da Europa, originando diversos fabricantes. A partir daí, espalhou-se pelo mundo, até chegar ao Brasil e se tornar uma das sobremesas mais populares, por conta do clima tropical e a refrescância proporcionada pelo doce. 

Onde encontrar - Na rede Fort Atacadista, que possui três lojas no Distrito Federal, o cliente pode aproveitar as ofertas exclusivas no setor de sorvetes. No DF, as lojas do Fort Atacadista funcionam de segunda a sábado, das 7h às 22h, e aos domingos, das 7h às 20h, nos seguintes endereços:

Sol Nascente | DF | Quadra QNP 27 Área Especial 01 S/N

Taguatinga| DF | Setor M Norte Qd. 1 Cj. A Lt. 1 – Av. Hélio Prates com M Norte

Ceilândia| DF | CNN 1 S/N | Centro 




A CPI da Pandemia pode se transformar em palanque político eleitoreiro. Esse seria o motivo que está levando parte dos distritais a desistir das reuniões iniciais para debater o assunto


A disputa política eleitoral antecipada das eleições de 2022, pode levar a CPI da Pandemia da Câmara Legislativa, nascer desacreditada aos olhos da população ou morrer no nascedouro. 

CPIs instaladas na CLDF, historicamente, nunca apuraram absolutamente nada ou levou algum corrupto para a cadeia. Isso é fato. Ao contrário: serviram apenas para embaraçar, atrapalhar ou “melar” as reais investigações feitas pelo Ministério Público. Apurações realizadas pelo legislativo vazam ao gosto de quem comanda uma comissão parlamentar de inquérito.

Pelo menos é isso que pensa a maioria dos distritais, mesmo alguns dos 13 que assinaram o requerimento de instalação. A declarada pressão de forças politicas, estranhas ao poder legislativo local, pode ser a principal causa da CPI da Pandemia não decolar como torce a oposição e alguns candidatos ao Buriti nas futuras eleições.

Apesar de faltarem ainda dois anos para as eleições de 2022 e com o DF passando por uma grave pandemia, que já matou milhares de pessoas aqui e no mundo, o jogo político eleitoreiro começa a ser desenhado dentro da Câmara Legislativa com o olhar voltado para o Palácio do Buriti.

Por trás da movimentação política em torno da instalação de uma CPI vai muito além das ditas “preocupações” dos políticos com os supostos danos causados por um suposto esquema de fraudes em contrato de compras de testes rápidos pela Secretaria de Saúde.


A CPI, caso seja de fato instalada, estará mais para atrapalhar as investigações do MP, no âmbito da operação “Falso Negativo”, do que ajudar qualquer coisa.

O vice-presidente da Câmara Legislativa, Rodrigo Delmasso, é critico ao afirmar, por exemplo, que a CPI assinada pelos 13 distritais pode atrapalhar as investigações que estão em curso pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco)

“O MP já vêm fazendo essas investigações de forma técnica, responsável e muito bem aprofundada. Fazer qualquer outra coisa paralela ao que o Ministério Público já vem fazendo pode atrapalhar as investigações”, diz Delmasso.

O deputado se refere às investigações no âmbito da terceira fase da operação Falso Negativo do MP, deflagrada no último dia 25 passado, que apura um suposto esquema de fraudes na compra de testes rápidos pela Secretaria de Saúde do DF.

Mas isso são meros detalhes no meio da intensa movimentação política que sacudiu a Câmara Legislativa nas últimas duas semanas. Ninguém está nem aí para apurar alguma coisa. Fazer da CPI um palanque eleitoreiro é a prioridade da oposição.


Candidatos declarados ao Buriti, como os senadores Izalci Lucas (PSDB), Leila do Volei (PSB) e José Antônio Reguffe (PDT), marcharam sobre os distritais pedindo a instalação de um show que custa caro e sem resultado prático para a população.

Alguns distritais governistas como Jaqueline Silva (PTB), que é dona de centenas de cargos na Administração Regional de Santa Maria, se acanhou diante da pressão feita pelo ex-presidiário Roberto Jefferson, dono do partido.

Daniel Donizete(PL), que domina de porteira fechada a Administração Regional do Gama, também assinou a CPI. Quem assinou e quem está por trás do oba, oba não fala. A CPI é pirotecnia eleitoreira que servirá apenas para jogar luz em cima de uma disputa antecipada pelo poder.

Para grande parte dos distritais, por trás do objetivo da CPI, que seria o de apurar as denúncias de supostas fraudes em contratos da compra de testes rápidos, pela Secretaria de Saúde, estaria como pano de fundo o interesse politico eleitoreiro.

O deputado Reginaldo Veras (PDT) jurou de pés juntos e dedos cruzados nas costas, durante uma sessão remota da CLDF, ocorrida nesta quarta-feira (02), que não é verdade. A oposição que sapateia batendo contra quem fala assim é a mesma que no passado fez de tudo para que outra CPI da Saúde instalada em 2017, não acontecesse.

Os que mais gritam agora são os que silenciaram, se esconderam ou se recusaram em assinar o requerimento de criação da CPI para investigar o esquema nebuloso da compra de próteses e órteses que afanou milhões de reais dos cofres públicos. Na época, os que não assinaram alegavam questão de “foro íntimo” com o governo socialista.

Entre eles, Reginaldo Veras (PDT), Roosevelt Vilela (PSB) e o ex-deputado Chico Leite da Rede, partido do distrital Leandro Grass, autor do requerimento da CPI de agora.

O hoje deputado federal Professor Israel (PV) que faz pressão para os distritais instalarem a CPI, no passado se recusou assinar o requerimento abaixo.

Confira aqui.

A politicagem em torno de uma CPI em plena pandemia do novo coronavírus é tão evidente, que alguns parlamentares já se arrependem de ter assinado o documento para a sua criação.

Nas duas últimas tentativas de instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito, faltou quorum. Mesmo assim, o presidente da Casa, Rafael Prudente, levará o requerimento com as 13 assinaturas a apreciação do plenário virtual na próxima terça-feira (08).

Tem deputados em dúvidas se a CPI é para investigar ou é apenas para ser um palanque político fara de época.

Outra desmotivação dos distritais é a quase nenhuma informação sobre as investigações que estão sendo feitas pelo Ministério Público do Distrito Federal no âmbito da 3ª fase da operação “Falso Negativo”.

A Câmara Legislativa não tem instrumentos para se aprofundar nas investigações, além do que tem feito o MPDFT e nem tem poderes para investigar recursos destinados pela União para o combate a pandemia.

É tempo e dinheiro público jogado fora para investigações meramente políticas.

A CPI da Pandemia, se vingar, será apenas para jogar luz em cima de uma penca de doidos pelo poder. Só isso!

Com informações do RADAR/DF.

Boazinhas